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A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos decidiu não aumentar as metas de consumo de etanol e biodiesel em 2018. O consumo exigido pelo governo será o mesmo requerido em 2017, o que deixa de aumentar a demanda por milho e soja. A mudança foi uma revisão dos padrões exigidos pela administração Obama.



A medida gerada pela agência gerou reação no Congresso dos Estados Unidos, principalmente de legisladores do Meio-Oeste. O efeito imediato no mercado foi de queda nos preços de biodiesel. Segundo a EPA, o crescimento tão rápido do uso de biocombustíveis não estaria beneficiando a economia americana porque os Estados Unidos estariam importando do Brasil, Argentina e Indonesia para cumprir com as metas.



Para o senador do estado de Iowa Chuck Grassley, a medida é totalmente inaceitável pela mudança repentina. "É uma mensagem errada ao mercado. Estamos reduzindo a previsão de compras em mais de 25%. Isso vai trazer muitos dandos para as indústrias de etanol e biodiesel," afirmou Grassley. Grassley é apoiado por outros 37 senadores de estados agrícolas.



Em recente decisão contra a Argentina, os Estados Unidos acusaram o país vizinho de dumping e deixaram de fazer compras de biodiesel. O governo argentino espera reverter a decisão igualando os impostos de exportação da soja em grão com o biodiesel.



Na guerra de lobbies, o Instituto American do Petróleo comentou a decisão dizendo que houve um avanço, mas que o governo deveria eliminar qualquer mandado de compra de combustíveis.




Fonte: Agrolink
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