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Para alguns cientistas norte-americanos, as limitações ao uso do Dicamba acordadas entre a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) e as empresas produtoras dos agroquímicos não são suficientes para inibir danos às lavouras de vizinhos de aplicadores. Na semana passada, a Basf, Monsanto e DuPont concodaram em orientar aos produtores a fazer uso restrito dos produtos. Uma das limitações seria não fazer aplicações quando o vento esteja a uma velocidade de 16 km/h e deve ser feita por profissionais com supervisão.



Para o cientista de ervas daninhas da Universidade de Illinois Aaron Hager, nenhuma das restrições leva em conta a volatidade. "A volatilidade continua sendo uma questão," disse Hager à Reuters.



O especialista da Universidade de Arkansas Ples Spradley também se demonstrou cético quanto aos resultados das novas restrições. Segundo informações da agência Reuters, a EPA teria atendido uma sugestão da Monsanto de apenas fazer restrições voluntárias.



Os produtores norte-americanos, por outro lado, já consideram exageradas as restrições e orientações dispostas pelas companhias e pela agência. Para o agricultor Dan Henebry, de Buffalo (Illinois),  as novas práticas já dificultarão as aplicações. "Se está brincando com a Mãe Natureza e o fato é que alguns dias ela não coopera," reclamou, se referindo à limitação de velocidade do vento.



A Monsanto prevê que a soja Xtend, que contém uso do Dicamba, será usada em 40 milhões de acres na temporada 2017/2018 ou 40% do mercado norte-americano. Para o período, já são válidas as novas regras.




Fonte: Agrolink
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