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A Escola de Ciências Biológicas da Universidade da Hong Kind em colaboração com o Instituto de Biologia Molecular de Plantas de Estrasburgo, na França, identificou uma nova estratégia para simultaneamente aprimorar a vitamina E e dobrar os conteúdos de vitamina A e licopeno para aumentar significativamente as propriedades antioxidantes nos tomates.



O grupo de pesquisa manipulou a via isoprenóide através do uso da variante da sintase 3-hidroxi-3-metilglutaril-coenzima. A “sobre-expressão” da sintase em tomates aumentou não somente em fitoesteroides, esqualeno, provitamina A e licopeno, mas também a vitamina E em 494%.







A variante utilizada nesses experimentos se originou da “mostarda-castanha” (Brassica juncea), que produz folhas, hastes e sementes, depois usadas em produção de óleo vegetal. Antes, o grupo de pesquisa reportou o uso da variante S359A, em que os resíduos de amino-ácidos estão na posição 359 e são convertidos em alanina e exibe atividade enzimática 10 vezes maior.


No momento, o grupo de pesquisa introduziu o S359A em tomates. Apesar de não serem encontradas diferenças na aparência e no tamanho das frutas, os carotenoides, como provitamina A e licopeno cresceu em 169% 111%, respectivamente. Além disso, esses estratos de carotenoides exibiram de 89,5% a 96,5% mais atividade de antioxidantes que o controle. Além dos carotenoides, os tomates transformados mostraram elevações em vitamina E (494%), esqualeno (210%) e fitosteróis (94%). Essas informações foram atribuídas ao maior expressão de genes na via de isoprenoide.


 


 



 





 







 




 





 





Fonte: Agrolink
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