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A Delegacia Federal do Desenvolvimento Agrário no Rio de Janeiro (DFDA-RJ) promoveu, na manhã desta terça-feira (28), uma palestra sobre as linhas de financiamento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e a aplicação dos créditos rurais no Estado do RJ.



O objetivo da exposição, feita pelo engenheiro agrônomo e assessor de Agronegócios do Banco do Brasil (BB), Luciano Gonçalves de Lima, foi atualizar os técnicos do órgão federal e os representantes das empresas prestadoras de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) sobre temas essenciais à obtenção dos financiamentos do Pronaf.



A apresentação aconteceu no auditório da Superintendência Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no RJ, com a participação de servidores da DFDA-RJ, de técnicos representantes de empresas de Ater e da Organização das Cooperativas Brasileiras do Rio de Janeiro (OCB/RJ) e do Instituto de Terras e Cartografia do Estado do Rio de Janeiro (Iterj).



Durante o encontro - aberto pelo secretário especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, Jefferson Coriteac, e pela delegada federal do Desenvolvimento Agrário no RJ, Danielle Barros -, o representante do BB detalhou as principais linhas de crédito do Pronaf, que disponibiliza créditos financeiros, a juros reduzidos, para o custeio, o investimento ou o apoio à comercialização da produção da agricultura familiar.



“Esse tipo de reunião é fundamental para que cada instituição parceira entenda a sua participação nesse sistema do Pronaf. Se cada uma delas entender o funcionamento do sistema fica mais fácil fazer esses recursos chegarem aos agricultores familiares fluminenses”, avaliou Luciano Lima.



Outro ponto abordado foi o Sistema Referencial Técnico Agropecuário (RTA), instrumento utilizado pelo Banco do Brasil para a informação de parâmetros técnicos utilizados na avaliação das propostas e no estabelecimento dos limites dos créditos rurais.



Segundo o assessor do Banco do Brasil, os padrões fornecidos pelo RTA precisam ser conhecidos pelos técnicos e extensionistas responsáveis pela elaboração dos projetos de captação de créditos do Pronaf para os pequenos produtores rurais familiares.



“Não dá para fazer um bom projeto de Pronaf sem que o extensionista rural ou técnico da DFDA conheçam os nossos indicadores”, avaliou o representante do Banco do Brasil.



Para o engenheiro agrônomo da Delegacia Federal do Desenvolvimento Agrário no RJ, Márcio Paixão, a palestra foi válida por ter oferecido aos presentes a visão da operacionalização dos créditos rurais sob a ótica da instituição financeira.



“A compreensão das rotinas, do processo e do portfólio documental necessário à efetivação do crédito foi positivo para nós. Isso facilita o nosso trabalho, garantindo o acesso dos beneficiários ao crédito e diminuindo o ruído entre o campo e o agente financeiro na elaboração e na análise dos projetos do Pronaf”, avaliou o agrônomo.




Fonte: Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário
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