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O milho é o principal ingrediente usado na suinocultura e participa em média com 75% na formulação das rações. Em resposta a fatores como a genética das sementes e condições ambientais de cultivo, a composição química do milho tem oscilado consideravelmente (Lima, 2001). A utilização de híbridos de milho com diferente composição físico-química em dietas para suínos em crescimento e terminação afeta o desempenho e as características de carcaça dos animais (Moore et al., 2008).



A granulometria traduzida pelo diâmetro geométrico médio de partícula (DGM) também influencia a eficiência na utilização do milho moído e o desempenho de suínos. Pesquisas têm demonstrado que a redução do DGM do milho melhora a digestibilidade de nutrientes e/ou da energia bruta das rações (Zanotto et al., 1995; Rojas e Stein, 2015) e o desempenho de suínos em crescimento e terminação (Zanotto et al., 1996). Apesar disso, na formulação de rações ainda se utiliza um valor médio de EM baseado em tabelas de composição de alimentos, para qualquer partida e granulometria de milho.



Isto ocorre porque as equações disponíveis atualmente podem ser consideradas de uso limitado, uma vez que foram geradas para cereais e/ou alimentos em geral (Just et al., 1984) ou, quando elaboradas especificamente para o milho não levam em consideração a variável DGM. Particularmente por não se considerar os efeitos da granulometria, sobre a EM, as equações de predição apresentam baixa exatidão a exemplo dos modelos propostos por Li et al. (2014). O objetivo do presente trabalho é estabelecer equações de predição da EM do milho para suínos usando o DGM e as variáveis físico-químicas como preditoras.







 




Fonte: Suinocultura Industrial
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