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Todos os Ministérios da Saúde do mundo situam o leite no topo da pirâmide nutricional. E o fazem porque é um alimento indispensável para crianças e adultos. Todavia, de um tempo para cá o líquido branco encontrou uma multidão de detratores. Essa má fama é devida a uma série de informes não científicos que aparecem constantemente na imprensa e nas redes sociais que difundem falsos mitos sobre esse alimento.

1. O leite é um alimento processado que perde suas propriedades. Em uma fábrica de leite o que se faz é esquentar e esfriar para eliminar qualquer tipo de contaminação microbiológica e favorecer que seu consumo possa ocorrer de forma segura durante um período mais longo de tempo. Não perdem nutrientes. Conforme sejam integrais ou desnatados, podem perder água ou algum índice de gordura no caso dos que subtraem nata (desnatados).

2. Contêm açúcar. É verdade que o leite contêm açúcar. Mas leia atentamente antes de levar as mãos à cabeça. Se trata de açúcar natural, não modificado, que se apresenta em forma de lactose que cumpre funções muito relevantes em nosso organismo e é metabolizado de forma diferente do açúcar comum (sacarose). Mas, para os que insistirem na lenda, é fundamental saber que só existe 4% de açúcar (lactose) no leite. E têm mais, todas as autoridades de saúde dos países desenvolvidos são unânimes em afirmar que o leite não influi na diabete tipo 2. Acaba de sair mais um estudo no “European Dairy Association”, confirmando a incidência quase nula do leite em diabetes.

3. O leite engorda. É um argumento falso. Em primeiro lugar há de entender que o leite é um ótimo veículo para substâncias lipossolúveis como as vitaminas A, D, E e K. Isso quer dizer que a quantidade dessas substâncias lipossolúveis tão importantes para nosso organismo está diretamente relacionada com a quantidade de gorduras importantes. Mas, para aqueles que se assustam com a possibilidade de engordar com o leite, é importante conhecer que só existe 3,5% de gordura no leite integral. Uma quantidade insignificante. No leite semi-desnatado só há 1,8% de gordura e 0,5% no desnatado. Assim é possível dizer que o leite aporta uma grande quantidade de nutrientes com um conteúdo calórico quase nulo.

4. Posso manter a quantidade de cálcio necessária sem consumir leite. É verdade, mas improvável. Para fazer essa troca terá de ingerir enormes quantidades de tomilho, canela em pó, sardinha, amêndoa, avelã, tofu, espinafre e alguns outros que não fazem parte da alimentação diária do brasileiro.

5. As bebidas vegetais são nutricionalmente melhores. Soja, coco, amêndoa e aveia capitaneiam a lenda de que substituem o leite. Em nenhum caso as bebidas vegetais são nutricionalmente equivalentes ao leite e nem se podem ser consideradas substitutas dele. Elas não compensam a ingestão de nutrientes que se perdem ao deixar de consumir leite e produtos lácteos. Estão induzindo a uma piora na densidade nutricional, especialmente no que se refere a alguns micronutrientes.





Os alimentos com omega 3 que necessitamos ingerir todos os dias.



Eles reduzem o risco de enfermidade coronária entre 6% e 18%. Essa é a principal conclusão do macro-estudo sobre o omega 3 que acaba de ser publicado na revista “Mayo Clinic Proceedings”, que inclui mais de 800.000 pessoas em 40 países. Essa é uma pesquisa que praticamente encerra qualquer dúvida que existia sobre os benefícios do omega 3. Há outros estudos de menor vulto, também de menor credibilidade, que apontam que os omegas 3 ajudam a combater a diabetes, a obesidade, protegem do Alzheimer e ajudam no tratamento de alguns tumores, como os de mama e do cólon.

Não só evitam enfermidades coronárias: na infância estão implicados no desenvolvimento nervoso e no da retina. Mas há um grande problema: nosso organismo não consegue sintetizá-lo. Temos de ingerir alguns alimentos que aportarmos sua eficiência. Como regra, não ingerimos o mínimo necessário para obtermos seus bons efeitos.

Quanto temos de tomar? São 150 mg por dia para crianças de 2 a 4 anos, 200 mg por dia entre 6 e 18 anos e 250 mg por dia para adultos. Felizmente, há vários alimentos que facilmente podemos adquirir e ingerir para obtermos as quantidades mínimas necessárias de omega 3.

Comecemos com o leite. Basta um copo diários de leite para obtermos 125 mg de omega 3, a metade necessária. Se não quiser o leite, bastam 7 pequenas nozes para ultrapassarmos de longe a quantidade mínima. Assim como 100 gramas de salmão, sardinhas, mariscos ou de anchovas. No mundo vegetal, a recomendação cinge-se apenas ao espinafre, bastam 100 gramas da comida do Popeye para obtermos a metade necessária de omega 3. A carne bovina só conta para o mínimo de omega 3 se a vaca comer pasto.





Yoga, frutas e música eletrônica, a nova geração mudou de vida.



Ela já foi chamada de “geração bocejo”. Mostrava que os jovens tinham deixado o consumo de álcool e de drogas para centrar-se em suas carreiras profissionais. Bebidas alcoólicas só em pequena quantidade são aceitáveis. Em seu lugar, movimentos que envolvem milhares de jovens estão tomando conta das ruas de N.York e de Londres. Eles acordam cedo, convocados através das redes sociais, para aula de yoga antes do trabalho, comer fruta e escutar música eletrônica. Um cocktail revitalizante. Há uma explosão de novas bebidas sem álcool. Diferentes tipos de soda, as bebidas de ervas, as cervejas sem álcool, as tônicas botânicas e inclusive licores destilados sem álcool. É impressionante, mas uma das ervas mais em moda nessas cidades e em Berlim é a nossa erva-mate colocada em um cocktail com sodas. Os brasileiros pouco ganham com essa fama repentina. Alguns exportadores de erva-mate estão vendendo esse produto sem que saibam em que serão transformados.





Fonte: Portal Lácteo
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