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A atualização do levantamento da safra realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) trouxe uma queda maior na produção de grãos do Rio Grande do Sul. Antes prevista em 7,1%, a redução na colheita gaúcha deve chegar a 7,8% em relação à safra passada, que atingiu o recorde de 35,516 milhões de toneladas. Na temporada atual, a produção deve totalizar 32,744 milhões de toneladas. A redução se dará pela queda de 8% na produtividade no Estado, já que o levantamento de área plantada da Conab indica um aumento de 0,2% em relação à safra 2016/2017. 



A principal atualização foi realizada nas estimativas para o milho. A Conab reviu para baixo a produtividade do grão, chegando a 6,5 mil quilos por hectare, redução de 9,7% em relação ao levantamento de janeiro, e de 13,2% em relação à safra passada. A estatal cita como justificativa a deficiência hídrica em dezembro e janeiro, que trouxe perdas de até 40% nas regiões centrais do Estado. Aliado a uma redução de 9,5% na área plantada, a produção do grão deve apresentar uma queda de 21,5% na comparação com a última temporada, totalizando 4,7 milhões de toneladas. 



Já na soja, o novo estudo reviu para cima a produção gaúcha. A Conab projeta agora uma queda de 6,3% na colheita do grão (antes estimada em 6,7%), que deve contabilizar 17,5 milhões de toneladas. A melhoria no dado se dá por conta de um aumento na estimativa de área, de 5,7 milhões de hectares, o que indica um aumento de 2,2% em relação à safra passada. A colheita será menor, entretanto, pela esperada redução de 8,3% na produtividade, para 3,082 mil quilos por hectare. O levantamento ainda manteve as estimativas para o arroz, que, com queda de 3,6% na produtividade somada à redução de 2,1% na área plantada, deve diminuir a colheita em 5,6%, para 8,2 milhões de toneladas. 



Já na soja, o novo estudo reviu para cima a produção gaúcha. A Conab projeta agora uma queda de 6,3% na colheita do grão (antes estimada em 6,7%), que deve contabilizar 17,5 milhões de toneladas. A melhoria no dado se dá por conta de um aumento na estimativa de área, de 5,7 milhões de hectares, o que indica um aumento de 2,2% em relação à safra passada. A colheita será menor, entretanto, pela esperada redução de 8,3% na produtividade, para 3,082 mil quilos por hectare. O levantamento ainda manteve as estimativas para o arroz, que, com queda de 3,6% na produtividade somada à redução de 2,1% na área plantada, deve diminuir a colheita em 5,6%, para 8,2 milhões de toneladas. 



O boletim de fevereiro da Conab ainda trouxe como novidade o primeiro levantamento quanto às culturas de inverno para 2018. Embora mantenha as mesmas áreas de 2017 para todas as variedades, a estatal faz previsões otimistas quanto à produtividade. No trigo, a alta é estimada em 2,9%, para 1,879 mil quilos por hectare, enquanto na cevada ( 13%), na aveia ( 23,7%) e na canola ( 57,3%) os ganhos em 2018 devem ser ainda maiores na comparação com a colheita do ano passado.



Safra gaúcha de grãos 2017/18 



Cultura Produção (mil t) Variação (sobre 2016/17) 



Arroz 8.236,2 -5,6% 

Milho 4.740,4 -21,5% 

Soja 17.543,1 -6,3% 

Trigo 1.313,8 2,9% 

Total (*): 32.744,8 -7,8% 



*inclui outras culturas 



Safra brasileira será a segunda maior da história 



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou, nesta quinta-feira, que a safra de grãos 2017/2018 no Brasil deverá alcançar 225,6 milhões de toneladas, sendo a segunda maior da série histórica, que é liderada pela safra anterior. Na comparação com o volume produzido em 2016/2017, de 237,7 milhões de toneladas, espera-se um recuo de 5,1%, embora a área total de plantio prevista seja 0,2% maior, de 61,01 milhões de hectares. 



O levantamento que analisou os principais centros produtores de grãos, de 21 a 27 de janeiro, identificou que sofrerão queda culturas como soja, milho e arroz, que passam de 12,327 milhões de toneladas para 11,639 milhões, com uma colheita 5,6% inferior à de 2016/2017. A produção de arroz, estimada em 11,6 milhões de toneladas, não sofreu alterações significativas, visto que as condições climáticas permanecem favoráveis à cultura, segundo o levantamento. 




Fonte: Jornal do Comércio
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