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Representantes da Frísia Cooperativa Agroindustrial estiveram no Tocantins, junto a pesquisadores da Fundação ABC, para visitar os campos experimentais da cooperativa. Ao todo, foram mais de 1.100 quilômetros rodados durante os dias 11 e 14 de março. Desde 2016, com a instalação de seu entreposto no município de Paraíso do Tocantins, a Frísia atende os cooperados da região. O objetivo da ação foi averiguar o status dos estudos de fertilidade de solo e variedades de soja conduzidos no estado.



Este é o segundo ano consecutivo que a cooperativa testa variedades de soja e a primeira vez que realiza o estudo de fertilidade de solo voltados para a região. Também são realizados trabalhos com avaliação de potencial produtivo de híbridos de milho. Outras linhas de pesquisa já estão sendo estudadas para implementação na próxima safra. “O maior desafio da região é a carência de estudos realizados dentro do próprio Tocantins. O trabalho realizado pela Frísia traz segurança e mais conhecimento para os produtores locais”, salienta o coordenador técnico agrícola Angelo Marcio. Para Érica Lima, coordenadora da unidade Frísia no Tocantins, “os estudos de campo possibilitam vivenciar a realidade dos cooperados do Estado e permitem que, junto com a cooperativa, busquem alternativas para melhorar a produtividade e, por consequência, a rentabilidade da região”, afirma.



 



, Reprodução/Ascom
.Reprodução/Ascom





Para a realização dos estudos, foram selecionados cooperados das regiões de Aparecida do Rio Negro, Nova Rosalândia, Dois Irmãos e Marianópolis, abrangendo diversos tipos de solo. Os produtores selecionados disponibilizaram áreas de um a dois hectares, nas quais os testes foram feitos em etapas com quatro repetições. A apresentação dos resultados está prevista para acontecer entre maio e junho de 2018.




 



Pedro Henrique Rabito, que produz soja, milho e milheto há dois anos na região, afirma que a atuação da Frísia no Tocantins tem sido cada vez melhor: “Acredito muito no trabalho da cooperativa. Está no caminho certo”. Acompanhando o desenvolvimento desde o início do projeto, Rabito está na terceira safra – a primeira que contou com insumos da Frísia. Em 2015, com 200 hectares, a produção fechou em 42 sacas. No ano seguinte, já com uma área de 580 hectares, os resultados foram de 54 sacas. Agora, com 750 hectares, a expectativa é que a produção gire entre 60 e 65 sacas.



“Verificamos uma possibilidade de expansão dos negócios. No Sul, o crescimento está limitado, muito estagnado, pela impossibilidade de aumentar as áreas de produção. É muito custoso”, afirma o cooperado, que sente a diferença na confiabilidade da entrega de insumos e na facilidade de escoamento da produção – procedimentos feitos com a cooperativa. Para os próximos anos, o plano é continuar crescendo, contando com o suporte cada vez mais bem preparado da Frísia.





 





Fonte: Redação
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