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Os custos mensais de produção de suínos e de frangos de corte calculados pela Central de Inteligência de Aves e Suínos (Cias), da Embrapa, voltaram a subir no mês de abril em comparação a março. O ICPSuíno/Embrapa fechou em 226,53 pontos, alta de 1,76%, enquanto o ICPFrango/Embrapa chegou aos 219,91 pontos, aumento de 5,14% no período.



Novamente, os aumentos foram devidos, principalmente, às variações no item de custo “nutrição animal”. Os gastos com as rações subiram 5,20% em relação a março no caso dos frangos de corte e 1,77% no caso dos suínos. No ano, a inflação apenas da nutrição já acumula 13,89% para os frangos de corte e 12,61% para os suínos.



O ICPSuíno aumenta desde julho de 2017, quando marcou 180,78 pontos. Apenas em 2018, o índice já subiu 12,85%. O ICPFrango também aumenta sucessivamente desde agosto de 2017, quando marcava 173,91 pontos. Em 2018, o índice dos frangos de corte já acumula 14,89%.



Com o aumento nos ICPs, o custo de produção do quilo de suíno vivo em ciclo completo em Santa Catarina passou de R$ 3,89 em março para R$ 3,96 em abril. Já o custo de produção de frango de corte no Paraná, calculado a partir dos resultados de custos de produção para aviário tipo climatizado em pressão positiva, passou de R$ 2,70 para R$ 2,84 por quilo vivo em abril. Ambos os estados são usados como referência por serem os maiores produtores nacionais.



Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab.



 


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Redação AI/SI






 






Fonte: Avicultura Industrial
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