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Nesta quinta-feira (24.05), a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) afirmou que os protestos contra a alta do diesel e a carga tributária no combustível continuarão até que a isenção da alíquota PIS/Cofins sobre o produto, aprovada na véspera pela Câmara dos Deputados, seja publicada no Diário Oficial da União.



De acordo com informações da Reuters, a paralisação só será encerrada quando a medida, que ainda precisa ser analisada pelo Senado, for sancionada pelo presidente Michel Temer e publicada no DO.



A paralisação dos caminhoneiros entrou no quarto dia nesta quinta-feira, com bloqueios em estradas de todo país que provocaram desabastecimento de produtos e enormes filas de motoristas em postos de combustíveis, apesar de a Petrobras ter anunciado na véspera uma redução de 10 por cento dos preços do diesel nas refinarias por 15 dias.



Diversos setores da economia já relatam desabastecimento e prejuízos na exportação. Na noite de quarta-feira, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei da reoneração da folha de pagamento de alguns setores da economia, incluindo uma isenção de PIS/Cofins sobre o diesel, algo demandado pelos caminhoneiros.


 


Representantes do movimento, que participaram de reunião no Palácio do Planalto na tarde de quarta-feira, saíram reclamando da falta de soluções do governo para o impasse e rejeitaram um pedido de trégua do presidente Temer.



 



O presidente da Abcam, José da Fonseca Lopes ainda afirmou que após a greve ser encerrada, as entregas ainda serão normalizadas após uma semana. 




Fonte: Agrolink
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