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A preservação dos recursos naturais, a segurança e a saúde de milhares de pequenos produtores localizados no Sul do Brasil, especialmente na região do Vale do Rio Pardo, no Rio Grande do Sul, estão no centro das iniciativas desenvolvidas pela Philip Morris Brasil, para proteger o meio ambiente e para contribuir com a sustentabilidade da cultura do tabaco.



Em uma das ações mais recentes, a empresa firmou parceria com a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) e o município de Vera Cruz, para o desenvolvimento do projeto “Protetor das Águas”. O objetivo é garantir a preservação dos recursos hídricos mediante o pagamento a 63 agricultores por serviços ambientais de proteção das nascentes e margens de rios localizados em suas propriedades rurais, no município de Vera Cruz.



Com iniciativas como esta, a fábrica da empresa em Santa Cruz do Sul (RS) foi a primeira do Brasil e da América Latina a receber a certificação concedida pela Alliance for Water Stewardship (AWS), durante o 8º Fórum Mundial da Água, realizado em Brasília, no mês de março. A certificação leva em conta não apenas o uso racional da água nos processos internos da fábrica, mas também as iniciativas que a empresa mantém junto à comunidade, incluindo a preservação das bacias hidrográficas e as necessidades da comunidade do entorno.



Por meio do uso sustentável, a empresa reduziu em mais de 30% o volume de água utilizado para a fabricação de cigarros entre 2010 e 2017. No ano passado, mais de 30 mil metros cúbicos de água passaram por tratamento antes de retornar ao meio ambiente e outros 9 mil metros cúbicos foram reutilizados no próprio sistema produtivo. Para este ano, a meta é alcançar uma nova diminuição de 2,8% no consumo.



“Em parceria com os produtores de tabaco, estamos ampliando essa iniciativa, em benefício da preservação de um recurso tão importante para a vida das atuais e das futuras gerações”, destaca o diretor de Operações da Philip Morris Brasil, Alejandro Okroglic.


Sustentabilidade da produção de tabaco



Com o uso da tecnologia e de capacitações de cerca de 7 mil fumicultores, a Philip Morris Brasil também valoriza os princípios da segurança do trabalho, proteção à saúde do produtor e aumento da produtividade na lavoura. Acessado por computador e pelo aplicativo desenvolvido para as plataforma iOS, Android e Windows Phone, o Portal do Produtor (www.produtorphilipmorris.com.br) oferece informações sobre produção e sustentabilidade na lavoura de tabaco – o que inclui a política de Boas Práticas Agrícolas adotadas pela empresa. O fumicultor pode, ainda, acessar remotamente os dados do seu contrato, consultar a tabela de preço do tabaco e insumos, verificar a agenda da propriedade e receber orientação  por meio do envio de perguntas para os orientadores agrícolas da PMB.



O Programa +Campo, por sua vez, promove o treinamento de boas práticas agrícolas aos produtores de tabaco que possuem contrato com a empresa. Com o apoio de um veículo especialmente preparado (estação móvel), um instrutor técnico, com dedicação exclusiva, vai até as propriedades rurais, para conduzir treinamentos realizados para grupos de 15 a 20 participantes. Quase 8 mil pessoas já foram treinadas, entre produtores e convidados (vizinhos, familiares e trabalhadores rurais). Além das boas práticas agrícolas, com ênfase em saúde e segurança, são abordados temas como a utilização de lenha proveniente de fontes legais e sustentáveis, de forma a contribuir para a preservação do meio ambiente e integridade do produto.



Cavalo de Lata


A Philip Morris Brasil também apoia um projeto inovador na área da sustentabilidade, que atua no resgate de animais e na ajuda a famílias de catadores, executado pela ONG Cavalo de Lata. A instituição foi criada pelo engenheiro Jason Duani Vargas, responsável pelo projeto de um veículo elétrico, desenvolvido com o objetivo de oferecer uma alternativa para substituir a tração animal e humana nos carrinhos usados para a coleta de resíduos pelas cidades. Hoje, no entanto, a instituição atua de forma mais ampla, fazendo não apenas o resgate de animais em situação vulnerável, mas também promovendo a recolocação de catadores no mercado de trabalho.



O veículo criado pela ONG Cavalo de Lata funciona com baterias elétricas e possui capacidade de carga de até uma tonelada. Carrega todo tipo de material e pode rodar em diferentes tipos de piso, inclusive os mais irregulares. A PMB aluga um desses equipamentos, que faz a coleta de resíduos sólidos na fábrica da empresa, em Santa Cruz do Sul.



“Com o aluguel do equipamento, a PMB está contribuindo para que a ONG Cavalo de Lata possa manter e até mesmo ampliar a sua atividade. Estamos unindo a nossa necessidade da coleta de resíduos, sem emissão de poluentes, a uma iniciativa que pode beneficiar milhares de pessoas em todo o Brasil”, afirma o diretor de Operações da Philip Morris Brasil, Alejandro Okroglic.




Fonte: Portal do Tabaco
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