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A redução de 1,5% na taxa de juros do crédito rural proposta pelo presidente Michel Temer não agradou as principais entidades do agronegócio brasileiro. Em entrevista para a revista Safra, o vice-presidente da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), Hélio Sirimarco, afirmou que a decisão do governo ficou abaixo da expectativa. 



Além da redução da taxa, o Plano Safra anunciado pelo Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, contará com um subsídio de R$ 194,37 bilhões para o apoio e financiamento de atividades agropecuárias do País. De acordo com Sirimarco tanto o valor do aporte quanto o da taxa de juros são compreensíveis devido a situação financeira do País, mas não são suficientes para atender as necessidades da categoria. 



“Não atendeu a reivindicação do setor que era de uma redução de 3%. Contudo, levando-se em conta a atual situação do País que não deve permitir novas reduções da Selic (a taxa básica de juros), atualmente em 6,5%, esse é o juro mais acessível que se pode ter ”, disse. 



De acordo com o governo, a necessidade de financiamento do agronegócio brasileiro atualmente é de R$ 390 bilhões. Para Sirimarco, um Plano Safra de R$ 191 milhões é um ponto positivo pois representa um aumento de capitalização dos agricultores com o passar dos anos. 


"Isso significa que estamos menos dependentes do crédito agrícola oficial, e que hoje, praticamente, 50% da produção nacional são aportados graças à chegada de outros agentes para financiar o agronegócio, com a política correta e responsável de redução de taxa de juros. Mostra claramente que, dentro do setor agropecuário brasileiro, os produtores também estão se capitalizando", conclui. 



 


 




 








 





Fonte: Agrolink
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