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Um estudo realizado pela Universidade de Purdue, nos Estados Unidos, descobriu que as estruturas repressivas que as plantas usam para manter os genes desligados são construídas com um potencial interruptor de autodestruição. As descobertas podem ser fundamentais para o desenvolvimento de novas formas de controlar a expressão genética de plantas.  



A pesquisa constatou que quando a marca epigenética H3K27me3 esteve presente em uma planta, a histona H2A foi substituída pela variante H2A.Z em 90% do tempo. De acordo com Joe Ogas, professor e chefe associado ao Departamento de Bioquímica da Purdue e líder do estudo, as proteínas destinadas a transcrever ou ativar genes ignoram a marca epigenética.



“Essa variante de histonas e a marca epigenética são componentes de um bloqueio que mantém um gene desligado. A inclusão do H2A.Z é interessante, no entanto, porque é potencialmente mais fácil para a planta explodir esse bloqueio. Isso não é algo que normalmente vemos em animais”, explica. 



A pesquisa pode se mostrar bastante relevante para cientistas que trabalham com manipulação de expressão genética em plantas. O óleo de soja, por exemplo, é produzido apenas nas sementes, contudo os pesquisadores podem, a partir de agora, tentar remover a marca epigenética a fim de permitir a criação de óleo em outras partes da planta ou mesmo em outros vegetais. 



A descoberta foi publicada na revista The Plant Cell e teve a colaboração de profissionais do Centro de Biologia Estresse de Plantas, de Xangai e da Universidade Emory.além disso, o estudo contou com o apoio da Fundação Nacional de Ciência Natural da China, do  Programa Nacional Kay R & D, da Academia Chinesa de Ciências e do Instituto Nacional do Câncer dos EUA. 




Fonte: Agrolink
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