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Cientistas dos Estados Unidos e do Canadá concluíram que o aquecimento global colabora para o aumento da resistência de bactérias a antibióticos populares do país. O estudo foi produzido por profissionais do Hospital Infantil de Boston,nos Estados Unidos, entre os anos de 2013 e 2015, sendo posteriormente publicado na revista Nature Climate Change. 



Os cientistas analisaram algumas bactérias dos tipos Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae e  Staphylococcus aureus para descobrir como elas agiam perante 20 tipos de antibióticos diferentes sob uma diferença de temperatura de 10ºC.  De acordo com John S. Brownstein, cientista do hospital e diretor do projeto, a conclusão foi de que as bactérias mais comuns têm um aumento de sua resistência a esse tipo de medicamento de 2% a 4% quando expostas a condições de diferença de temperatura. 



Além da temperatura média, os cientistas associaram o crescimento da resistência aos antibióticos à densidade populacional. A análise estatística mostrou que o aumento da população relativa de 25.000 habitantes por quilómetro quadrado eleva a resistência da E. coli aos antibióticos em cerca de 3% e o da Klebsiella pneumoniae em quase 6%. 



Segundo os pesquisadores, as principais causas da relação entre o aumento da temperatura e a resistência das bactérias são o mecanismo de transferência horizontal de genes e o aumento da taxa de crescimento populacional. Eles afirmam ainda que essas descobertas podem ajudar aos cientistas e farmacêuticos a desenvolverem novos medicamentos que não sejam vulneráveis a tais condições. 




Fonte: Agrolink
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