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Um estudo da Universidade de Purdue, nos Estados Unidos, mapeou uma série de vias que controlam a forma e o crescimento das células vegetais. A descoberta busca entender como as plantas crescem para adequá-las a determinadas necessidades agronômicas e melhorar o desenvolvimento de culturas norte-americanas, como é o caso do algodão. 



A produção de algodão movimenta US$ 25 bilhões nos EUA, mas o país tem cada vez mais dificuldade na produção de fibras com um diâmetro maior e mais forte. De acordo com Daniel Szymanski, professor do Departamento de Botânica e Patologia Vegetal, os pesquisadores analisaram como as redes de sinalização intracelular modelam as paredes celulares para gerar formatos e tamanhos específicos de células, conseguindo assim produzir o algodão com maior diâmetro e resistência.  



Segundo ele, os microtúbulos das células da planta capturam uma proteína chamada SPIKE 1 que é encontrada no centro de uma célula, de lá ela recruta maquinarias de proteína adicionais que causam a formação de filamentos de actina. A partir disso, redes de filamentos de actina são organizadas para o transporte de materiais da parede celular, processo fundamental para o crescimento da planta. 



“O SPIKE 1 é um regulador mestre em células, um interruptor que, quando ativado, determina a hora e o local onde as redes de actina são polimerizadas. As células são blocos de construção de tecidos e órgãos, e eles têm o potencial de influenciar características-chave como o tamanho das folhas. Este trabalho fornece uma base de conhecimento que permitirá o desenvolvimento da engenharia de células, tecidos e órgãos”, finaliza Szymanski. 




Fonte: Agrolink
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