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A produção mundial de trigo deverá ter uma queda significativa de 37 milhões de toneladas (MT), passando dos 758 milhões de toneladas (da safra 2017/2018) para 721 milhões de toneladas na temporada 2018/2018. É o que aponta o IGC (International Grain Council), de Londres, no seu último relatório mensal de estimativas de oferta e demanda mundial.

 

Por outro lado, registra o Conselho Internacional de Grãos, o consumo mundial deverá aumentar em três milhões de toneladas, passando de 736 milhões de toneladas para 739 milhões de toneladas. Como consequência, os estoques mundiais deverão recuar 18 milhões de toneladas, passando de 265 milhões de toneladas para 247 milhões de toneladas.

 

“O resultado é que os preços do trigo hard já subiram algo ao redor de US$ 25/tonelada nos últimos 30 dias e poderão subir ainda mais. Isto afeta diretamente o Brasil, porque significa que a Argentina vai ter maior demanda, diante da quebra de grandes exportadores mundiais”, interpreta o analista da T&F Consultoria Agroeconômica, Luiz Fernando Pacheco.



De acordo com esse especialista no mercado do trigo, esse fato novo deverá, com isto, manter os seus preços em elevação, dos atuais US$ 195/200/tonelada FOB (Free On Board) até possivelmente algo ao redor de US$ 235-245/tonelada a partir de maio ou junho de 2018 o que, por sua vez, significa que os preços internos do trigo no Brasil também deverão se manter em níveis bem próximos aos que estão atualmente, principalmente depois dos efeitos da seca no Paraná pra cima”, conclui Pacheco. 




Fonte: Agrolink
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