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Desde a data de 13 de julho último, onde se lia Arranjo Genhort – Genética aplicada a sistemas sustentáveis de produção de hortaliças no Brasil leia-se Portfólio Genhort – Genética aplicada a sistemas sustentáveis de produção de hortaliças no Brasil. O que a troca de palavras – o termo Portfólio substituiu a palavra Arranjo – representou na programação de projetos de melhoramento genético de hortaliças da Embrapa?



A pesquisadora da Embrapa Hortaliças (Brasília-DF) Larissa Vendrame, que assumiu a presidência do comitê, explica que a mudança ainda está em curso e os Portfólios - conjuntos de projetos afins dentro de linhas temáticas, gerenciados por um comitê para direcionamento, promoção e acompanhamento dos resultados, de acordo com os objetivos inicialmente propostos – serão revisados e reorganizados visando a priorização de linhas temáticas para futuras chamadas de submissão de projetos.



Dentro desse contexto, vale ressaltar que até o final de agosto a Secretaria de Pesquisa e Desenvolvimento (SPD) analisará a carteira de projetos no SEG e os Portfólios e Arranjos, podendo ser cancelados aqueles que apresentarem baixo desempenho.



Abrangência



Entre Arranjos e Portfólios, quais as diferenças? De acordo com a pesquisadora, enquanto os primeiros eram estruturas pensadas em uma menor escala e propostos pelas Unidades (estratégia ‘bottom-up’), os Portfólios eram estabelecidos corporativamente e em uma escala maior (estratégia ‘top-down’).



Na avaliação da pesquisadora, a mudança vai simplificar o processo a partir da identificação de objetivos comuns dentro da Embrapa, e faz todo sentido nesses tempos de poucos recursos. “Essa priorização preconizada pela empresa representa uma maneira de se pensar na instituição como um todo e eleger o que for considerado prioridade, com isso acredito que vamos trabalhar de modo mais realista, com os pés no chão, dentro daquilo que podemos entregar para a sociedade”, sustenta.



Outro fator que ela destaca no Portfólio é a possibilidade de interagir com os colegas que trabalham com diferentes produtos, unindo esforços para alcançar os objetivos em melhoramento genético, “uma oportunidade que não deve ser menosprezada, tendo em vista o número de espécies de hortaliças”.



Mecanização



O “pensar de forma conjunta”, para Larissa, também permitirá estender o olhar para um componente que, na maioria dos casos, costuma ficar em segundo plano quando da concepção de projetos de melhoramento – o investimento em maquinário, com a aquisição de equipamentos próprios para mecanização. “Ao invés de discutir projetos de forma pulverizada, poderíamos pensar de forma conjunta e trabalhar no sentido de participar de chamadas para investimento em infraestrutura, por exemplo, dentro das existentes nessa linha por parte do CNPq e da FAPDF (Fundação de Amparo à Pesquisa do Distrito Federal) ”, opina.



Essa é uma ideia que ela promete colocar em discussão, “já que se pensarmos em melhoramento em um futuro não muito distante temos que focar nas cultivares adaptadas à colheita mecanizada”.




Fonte: Embrapa
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