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Um estudo realizado pela Global Business Coalition (GBC), que representa 14 das 20 maiores economias do mundo, indicou que os países  membros do G 20 adotaram mais de 600 medidas restritivas ao comércio entre 2008 e 2018. De acordo com Coriolano Xavier, membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS) e professor do Núcleo de Estudos do Agronegócio da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), o conceito de cooperação multilateral entre as grandes potências está perdendo força silenciosamente. 



"Tempo esquisito esse, em que também temos o Brexit, a marcha da China para se consolidar como potência mundial e as Bolsas e mercados de câmbio em sobe e desce a cada tuíte ou entrevista de retaliação comercial. E isso antes mesmo que o ímpeto 'trumpista' começasse a sua cruzada espalhafatosa pelo mundo", comenta o professor. 



Segundo Xavier, o Brasil precisa de uma geopolítica intensa no que envolve o ramo do agronegócio, já que o País é um dos líderes mundiais do setor, representando cerca de 7% do comércio mundial agropecuário e com meta de chegar a 10% das exportações a nível global. Além disso, a Organização das Nações Unidas (ONU) prevê uma supremacia hegemônica do Brasil no fornecimento mundial de alimentos até 2050. 



"(O Brasil precisa de) diálogo e diplomacia empresarial criativa. Afinal, quando se fala de agronegócio e valor agregado, vale o conceito de cadeia produtiva sob forte integração. Estamos na era das conexões e da sinergia maximizada. Ou seja, no agro o Brasil não é mais país emergente; é avançado, líder global", finaliza Xavier. 




Fonte: Agrolink
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