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Cientistas do centro de pesquisa AgResearch, na Nova Zelândia, estão trabalhando em uma forrageira geneticamente modificada capaz de demonstrar um maior rendimento sem agredir o meio ambiente. De acordo com os pesquisadores, esse tipo de azevém consegue crescer até 50% mais rápido do que o convencional. 



Além disso, a nova variedade é mais resistente à seca faz com que o gado elimine 23% a menos de metano em suas fezes, característica capaz de reduzir consideravelmente a emissão de gases efeito estufa pelos animais. Segundo o cientista-chefe da AgResearch, Dr. Greg Bryan, o teste preliminar durou apenas dois meses e ocorreu dentro de estufas, mas já é possível estipular resultados satisfatórios. 



"Neste estudo, que está completamente em andamento, estaremos medindo a fotossíntese, o crescimento das plantas e os marcadores que levam a taxas de crescimento mais altas. Embora o crescimento tenha sido previamente estudado em estufas e em vasos e as plantas espaçadas no campo, esta será a primeira oportunidade para avaliar o crescimento em um semelhante a um pasto onde as plantas competem uns com os outros” comenta. 



Para Bruce Thorrold, outro pesquisador envolvido no estudo, a pesquisa tem uma grande importância em nível produtivo e ambiental. Ele afirma que o estudo é promissor e pode modificar a pecuária com o passar dos anos. 



"O azevém HME pode nos ajudar a obter menos escoamento de nitrogênio e reduzir as emissões de gases de efeito estufa, além de melhorar a produtividade e a qualidade das pastagens. Esta pesquisa pode ser transformadora no futuro e é por isso que é importante que exploremos todos os caminhos promissores que poderiam ajudar os produtores de leite a responder aos desafios que enfrentam”, conclui. 




Fonte: Agrolink
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