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A especialista Mariana de Aragão Pereira, pesquisadora do setor de gado de corte da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apresentou um trabalho no 56º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (SOBER) que indica estar mais atraente investir em sistemas integrados de produção devido aos seus resultados. Intitulado “Viabilidade Econômica da Introdução de Eucalipto em Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária”, o artigo busca difundir práticas que aumentam a produtividade ao mesmo tempo que garantem a sustentabilidade. 



De acordo com a pesquisadora, o método de produção Integração Lavoura Pecuária Floresta (ILPF) é uma boa alternativa a longo prazo para os produtores. Segundo ela, o método pode trazer um rendimento acima da média na produção, desde que bem estudado desde o princípio. “O ideal é que se faça uma análise de investimento considerando o mercado florestal, no caso da ILPF”, explica. 



Nesse cenário, ela afirma que o método Integração Lavoura Pecuária (ILP) se mostra mais rentável. Para a pesquisadora os casos devem ser analisados de forma isolada, mas o ILP independe de cenários alternativos, o que pode torna-lo mais atraente aos olhos do produtor. 



“Embora todos os sistemas tenham se apresentado viáveis economicamente, a rentabilidade dos sistemas ILPF diminuiu em comparação ao ILP, que, segundo este estudo, se mostrou mais atraente aos investimentos de capital do que os sistemas com árvores, em virtude da queda nos preços da madeira e aumento no preço de grãos e carne”, explica. 



O 56º Congresso foi realizado de 29 de julho a 1º de agosto no Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e reuniu cerca de 700 trabalhos e participação de estudantes e profissionais. 




Fonte: Agrolink
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