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Até os primeiros dias novembro, 80 escorpiões amarelos foram encontrados em Porto Alegre. Em todo o ano passado, foram 15.



O aumento do surgimento do animal na capiral gaúcha faz autoridades de Saúde reforçarem pedidos de cuidado para a população. Os bairros com maior incidência são Lomba do Pinheiro, Centro Histórico e Anchieta.



O escorpião típico do Sudeste, Centro oeste e Nordeste do Brasil, é a principal espécie que causa acidentes graves, com registro de óbitos, principalmente em crianças. De acordo com Maria Fernanda Zarzuela, bióloga especialista em controle de pragas urbanas da Bayer, o crescimento desordenado das grandes capitais e a falta de saneamento básico geram acúmulo de lixo e entulho em algumas regiões, um habitat perfeito para esse tipo de praga, que se alimentam de baratas e outros insetos e se abrigam em locais escuros e úmidos.








“É importante fazer  um controle efetivo de baratas, que são a principal fonte de alimentação dos escorpiões em ambientes urbanos. E sempre pedir para a empresa de controle de pragas utilizar o produto que é específico para escorpiões”, alerta. 



Em caso de acidentes com o animal é preciso levar a pessoa imediatamente ao hospital. 



No caso de visualização do animal, a orientação é evitar o contato e informar a localização através do telefone 156, da prefeitura.



 








 





Fonte: Agrolink
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