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O pesquisador Qian Yan, da Universidade Southwest, na China, e seus colegas realizaram a expressão gênica e análise de uma versão de um gene TT2 da Arabidopsis de algodão, que participa da síntese do pigmento marrom na fibra de algodão. De acordo com o pesquisador, o gene detectado tem a capacidade de tornar mais resistente a fibra do algodão, característica própria da variedade marrom. 



A fibra de algodão marrom está aumentando em importância porque omite o tingimento e branqueamento durante o processamento têxtil. Esse recurso o torna mais sustentável do que o algodão branco e fibras químicas. No entanto, estudos mostraram que o pigmento marrom está associado a baixo rendimento e baixa qualidade da fibra. 



Portanto, estudar as bases bioquímicas e moleculares da pigmentação é importante para melhorar a cor, a produtividade e a qualidade da fibra de algodão de fibra marrom e expandir suas aplicações. Com isso, o professor explica que toda a indústria de algodão poderia ser beneficiada, visto que o fato otimizaria a produção e também abriria espaço para inúmeras inovações. 



Eles observaram que esse gene do algodão chamado GhTT2-3A está envolvido na ativação de genes que participam da síntese do pigmento marrom. Isso significa que apenas esse gene é o responsável por toda uma série de características próprias dessa planta. 



Os pesquisadores também descobriram que o aumento da quantidade desse gene durante a fase de espessamento da parede secundária resultou em fibras marrons maduras com uma qualidade de fibra e uma porcentagem de “penugens” quase igual à da fibra branca. Portanto, esse gene pode ser uma chave para melhorar o desempenho e a qualidade do algodão de fibra marrom.




Fonte: Agrolink
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