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O professor sênior da Escola de Agricultura e Meio Ambiente da Universidade da Austrália Ocidental, Dr. Ken Flower, afirmou que a diversidade de culturas ajuda a controlar ervas daninhas. De acordo com o especialista, incluir a cevada como uma cultura mais competitiva, por exemplo, pelo menos uma vez a cada três anos ajudou a manter os números de plantas invasoras mais baixos. 



“Com mais estratégias de controle de ervas daninhas disponíveis em um sistema diversificado, é mais fácil manter os números de ervas daninhas baixos. No trigo monocultivo, não demorou muito para as ervas daninhas se acumularem em número. As principais espécies de ervas daninhas no local foram aveia selvagem, bromo, centeio e cevada. A variedade de trigo semeada mudou ao longo do tempo para refletir o melhoramento de plantas”, comenta. 



Além disso, ele afirma que as culturas de folha larga, em regra, foram uma medida eficaz de controle de ervas daninhas nos tratamentos mais diversos. Nesse cenário, o especialista explica que pousio na rotação projetada pelos fazendeiros tem sido particularmente eficaz na redução do número de ervas daninhas, mas pode ter um impacto no carbono orgânico do solo, fato que está sendo analisado por sua equipe de pesquisa. 



“A canola Roundup Ready tem sido uma ferramenta muito eficaz nos diversos sistemas agrícolas. As leguminosas têm sido um elo fraco na rotação em termos de controle de plantas daninhas. Tremoços de folhas estreitas foram inicialmente usados na fase de leguminosas e depois a troca foi feita para ervilhas”, conclui. 




Fonte: Agrolink
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