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Um projeto realizado por Kimberly Parker, professora assistente de engenharia energética, ambiental e química na Escola McKelvey de Engenharia da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, foi responsável pela criação de um método para descobrir como o chamado "pesticida transgênico" se degrada no solo. Isso porque ele possui algumas diferenças em relação aos defensivos tradicionais, mas a sua forma de aplicação é a mesma. 



Nesse contexto, os pesticidas transgênicos conseguem controlar os insetos-praga, comprometendo a capacidade do inseto de criar proteínas essenciais. Eles são silenciadores de genes, quando uma praga come este pesticida, impede que a mesma produza proteínas essenciais, levando ao crescimento atrofiado ou à morte. 



No entanto, apesar de que esse novo mecanismo de defesa esteja dentro da planta, ele se degrada no meio ambiente de forma parecida com os outros defensivos. Contudo, antes que os pesquisadores possam buscar respostas para essas questões, é preciso haver uma maneira de rastrear o pesticida e segui-lo à medida que ele se move e se degrada no ecossistema. 



A equipe de pesquisa desenvolveu um método para marcar uma molécula de pesticida com um átomo radioativo, permitindo que eles a acompanhassem enquanto passeava por sistemas fechados de solo representando diferentes cenários. Eles foram capazes de quantificar o pesticida e seus componentes em apenas alguns nanogramas por grama de solo 



Eles descobriram que as enzimas no solo podem quebrar o pesticida. Além disso, os micróbios da terra "comem" o produto, bem como os fragmentos que as reações enzimáticas deixam para trás. No entanto, em alguns solos, outro processo ocorreu, o pesticida se liga às partículas, como minerais e detritos orgânicos. “No solo agrícola”, diz Parker, “há adsorção”, quando as moléculas aderem a uma superfície. "O pesticida gruda na partícula do solo", diz ela. 



“Descobrimos que as partículas do solo podem realmente ter um efeito protetor sobre o pesticida, diminuindo a taxa de degradação. As enzimas e micróbios têm mais dificuldade em decompor os pesticidas que se ligam ao solo”, conclui. 




Fonte: Agrolink
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