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As crianças nascidas no meio rural têm como característica importante possuírem o sistema imunitário mais forte do que aquelas que nascem nas cidades, segundo um estudo publicado na revista científica Frontiers of Immunology. De acordo com a revista Vida Rural, de Portugal, os investigadores analisaram a matéria fecal de bebés de zonas rurais e de bebés de zonas urbanas para tentar determinar qual dos grupos tinha o melhor sistema imunitário. 



Isso porque, de acordo com o estudo, as crianças das zonas rurais têm bactérias na sua microbiota intestinal que estimulam o desenvolvimento do sistema imunitário. “A microbiota fecal dos infantes não-Amish (urbanos) apresentou maior abundância relativa de Actinobacteria e Bacteroidetes phyla, enquanto a dos Amish (rural) foi dominada por Firmicutes. As crianças Amish tiveram maior riqueza de espécies em comparação com a microbiota de crianças não Amish. As microbiotas fecais dos filhotes Amish e não-Amish foram transplantadas com sucesso para leitões livres de germes, e a diversidade e estrutura da microbiota nos leitões transplantados permaneceram semelhantes em nível de filo, mas não em nível de gênero”, diz o artigo. 



Segundo os resultados do estudo, as crianças de zonas rurais apresentaram amostras de matéria fecal “mais ricas e diversas” em bactérias. Zhongtang Yu, um dos investigadores envolvido no estudo, sublinha que “ao viverem em quintas com animais, as crianças estão mais expostas a diferentes fontes de bactérias do que as crianças de zonas urbanas”. 



“Muitos gêneros foram encontrados com tendências opostas de ocorrência na microbiota fecal e intestinal entre os dois grupos. Embora nem todos os gêneros tenham ocorrido de forma consistente nos grupos rurais x urbanos, vários deles foram muito mais predominantes em apenas um dos dois grupos”, conclui. 




Fonte: agrolink
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