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Uma equipe internacional de pesquisadores montou o primeiro genoma da ervilha, que fornece informações sobre como a leguminosa evoluiu e ajudará a melhorar a colheita no futuro. O estudo, publicado recentemente na  Nature Genetics  e liderado pelo Instituto Nacional de Pesquisa Agronômica (INRA) da França, tem implicações importantes para a nutrição global e a sustentabilidade das culturas, uma vez que o cultivo de ervilha ( Pisum sativum ) fornece uma importante fonte de proteínas vegetais para alimentação humana e animal. 



Os professores David Edwards e Jacqueline Batley, da Faculdade de Ciências Biológicas e da Faculdade de Agricultura da Universidade da Austrália Ocidental (UWA), foram coinvestigadores da pesquisa e disseram que a ervilha tem um genoma muito maior e mais complexo em comparação com outras leguminosas. "O conjunto do genoma da ervilha abrange cerca de 4,45 bilhões de letras", disse o professor Edwards. 



"Mas somente com inovações tecnológicas relativamente recentes conseguimos sequenciar e montar genomas tão grandes". O professor Batley disse que a pesquisa foi baseada em conceitos pioneiros de herança desenvolvidos por Gregor Mendel, um monge do século XIX. 



"Com o genoma sequenciado da ervilha, agora podemos começar a entender a base da variação que evoluiu", disse o professor Batley. "Mendel analisou a herança de diferentes características das ervilhas, como as enrugadas, e mostrou que esses traços eram transmitidos de geração em geração, uma base para as descobertas posteriores de Darwin na evolução", completa. 




Fonte: agrolink
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