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O ministro da Agricultura francês, Didier Guillaume, fez um pedido para que os desempregados do país, que não possuem ocupação devido à pandemia do Coronavírus Covid-19, passem a trabalhar na agricultura, onde existem 200 mil vagas de emprego. De acordo com ele, esse é um ato cívico neste momento. 



“Façamos um ato cívico, vamos para o campo”, referiu o ministro da agricultura, em entrevista ao canal BFMTV, citado pela Lusa, em notícia publicada pelo Jornal de Negócios. Nesse cenário, Christiane Lambert, presidente do sindicato agrícola francês FNSEA, apresentou “Braços para o teu prato”, que é uma plataforma que permite a articulação entre potenciais candidatos e os agricultores. 



"Chamo as mulheres e homens que não trabalham, que estão confinados em suas casas, garçons, recepcionistas, cabeleireiros, todos cujos negócios estão fechados... e lhes peço que se unam ao grande exército agrícola da França", disse. "Devemos produzir para alimentar os franceses", enfatizou o ministro, lembrando que se trata de "uma ação cidadã". "Unam-se aos que vão nos permitir de nos alimentarmos de maneira limpa, saudável e sustentável", completou o ministro. 



Ele disse que os cidadãos voluntários serão contratados, mas não especificou como as pessoas podem encontrar os trabalhos disponíveis ou receber autorização para viajar em pleno confinamento. "Veremos como podemos fazer com que as coisas funcionem", indica. 



"Por causa do fechamento das fronteiras do espaço Schengen e das restrições de circulação na Europa, os poloneses e romenos que normalmente trabalham nas zonas rurais da França não poderão vir", concluiu, Christine Lambert, presidente da FNSEA, a principal federação agrícola da França. 




Fonte: agrolink
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